segunda-feira, 13 de julho de 2020

Policiais militares de SP vão usar câmeras nas fardas, diz Doria

Foto:© Sergio Andrade/Governo do Estado de São Paulo


O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (13) que os policiais militares do estado vão passar a utilizar uma câmera em seus uniformes para que suas ações nas ruas de São Paulo sejam monitoradas. O objetivo do governo é tentar reduzir a violência policial.

Bodycams

Segundo o governador, as bodycams, pequenas câmeras de lapela, serão fixadas na farda policial. As imagens produzidas são gravadas em nuvem e não podem ser apagadas. A partir do dia 1º de agosto, 2 mil policiais militares utilizarão as câmeras no policiamento de rua no estado. Depois, disse ele, serão adquiridos mais 3 mil desses equipamentos. 

“São câmeras pequenas, fixadas na lapela do uniforme policial. Ele não pode retirá-la, ele não pode desligá-la. E ela transmite, ao vivo, todas as suas ações”, disse Doria. “Há dois benefícios nesta ação. Primeiro: vai reduzir o nível de violência. E ela serve também para apresentar fatos reais, cenas sem edição”.

Programa Fantástico

Ontem (12), o programa Fantástico mostrou uma abordagem policial violenta na região de Parelheiros, na capital paulista. Na imagem, uma comerciante é agredida por policiais. Um deles, pisa sobre o pescoço da mulher, enquanto ela está deitada no chão. Imagem muito parecida a que ocorreu nos Estados Unidos e que levou à morte George Floyd, dando início a uma série de protestos no mundo todo. 

“Quero deixar claro que o governo de São Paulo não tolera e não tolerará nenhum comportamento que seja de violência praticada pela Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros ou qualquer outra polícia que esteja sob o comando do governo do estado de São Paulo. Ontem à noite assisti estupefato e fiquei impactado com a cena de agressão de uma mulher exibida ontem no Fantástico”, disse ele. Segundo Doria, os policiais envolvidos nessa ocorrência foram afastados das ruas e suas condutas estão sendo investigadas por um inquérito policial.

Governador de São Paulo, João Doria

No dia 22 de junho, Doria havia determinado que todos os policiais do estado passassem por novo treinamento para evitar abordagens violentas. Isso ocorreu após imagens nas redes sociais terem mostrado uma abordagem policial violenta em Carapicuíba, região metropolitana do estado, no mês de junho. Na imagem, duas pessoas que estão em uma motocicleta são abordadas por policiais. Um policial militar aplica uma técnica de estrangulamento em uma das vítimas, que cai desacordada no chão.

Também no mês passado, ocorreram mais dois casos de violência policial. Em um deles, policiais militares estão sendo investigados por envolvimento na morte de um jovem negro de 15 anos . O jovem, identificado como Guilherme, desapareceu na noite de domingo, na Vila Clara, distrito de Jabaquara, na zona sul de São Paulo. Além desse caso, policiais militares de São Paulo foram flagrados, em imagens que circularam pelas redes sociais, agredindo pessoas rendidas no Jaçanã, na capital paulista, e em Barueri (SP).

Agência Brasil

Clínicas Sul cria espaço separado para paciente com síndrome gripal


O novo local tem capacidade de 150 atendimentos por dia - Foto: Charles de Moura/PMSJC

A Prefeitura de São José dos Campos inaugurou nesta segunda-feira (13) um novo espaço para atendimento de pacientes com síndrome gripal no Hospital de Clínicas Sul. O objetivo é melhorar o atendimento prestado para os munícipes.

A partir de agora, os pacientes que estiverem com quadro gripal serão atendidos em uma área separada das demais enfermidades.

A nova ala é formada por 2 consultórios médicos, 2 recepções, 1 setor de triagem, 1 sala de coleta de exames, 1 sala para medicação, 1 banheiro, além de 2 isolamentos no box de emergência, que são direcionados para pacientes graves com suspeita de covid-19.

Com capacidade de 150 atendimentos de pacientes por dia, o espaço conta, por turno, com 2 clínicos gerais, 1 enfermeiro, 2 técnicos de enfermagem, 1 recepcionista, 1 porteiro e 1 profissional encarregado da limpeza.

Primeiros pacientes  

Miguel de Freitas Carvalho, 22 anos, morador do Jardim Morumbi, foi atendido no início desta tarde pelos profissionais da nova área. “A divisão é algo bom para os pacientes, assim poderá aumentar o número de pessoas atendidas de forma mais rápida”, afirmou.

Vanessa Conde da Silva, 23 anos, moradora do Jardim Colonial, também compareceu ao hospital. “Com essa nova área é possível separar quem não está com sintomas gripais das demais pessoas, deixando o ambiente mais seguro”, disse.

Hospital de Clínicas Sul

Localizado no Parque Industrial (Praça Natal, 55), o Clínicas Sul é gerenciado pela Organização Social HMTJ (Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus). Funciona como hospital de pequeno porte associado à unidade de pronto atendimento, com plantão 24 horas os 7 dias da semana.

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quinta-feira, 9 de julho de 2020

Guarda Civil de Jacareí reforça importância da campanha “Sinal Vermelho”


Campanha “Sinal Vermelho” que ajuda vítimas de violência doméstica-Foto:PMJ
Secretaria de Segurança e Defesa do Cidadão de Jacareí reforçou, junto à Guarda Civil Municipal, a importância da campanha “Sinal Vermelho”, que promove ajuda a vítimas de violência doméstica na pandemia. O objetivo é que a população se conscientize sobre essa modalidade de pedido de socorro e os agentes estejam atentos aos chamados das vítimas.


“Sinal Vermelho”

Por meio de uma atitude relativamente simples, a campanha “Sinal Vermelho” consiste em apenas dois gestos para serem feitos durante a ida a uma farmácia: para a vítima, fazer um X nas mãos; para a farmácia, uma ligação aos órgãos de segurança (190 e 153), reportando a situação. O projeto já conta com o apoio de 10 mil farmácias em todo o país.

Guarda Civil de Jacareí 

A iniciativa é do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e da ABM (Associação de Magistrados Brasileiros), e foi lançada no dia 10 de junho.
De acordo com informações do ‘Movimento Permanente de Combate à Violência Doméstica’, do CNJ, a campanha visa “oferecer um canal silencioso, permitindo que essas mulheres se identifiquem nesses locais e, a partir daí, sejam ajudadas com as devidas providências”.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Funk – Saiba Mais Sobre o Gênero Musical

Com origem na década de 60, o funk é um gênero musical muito popular no Brasil. Ele nasceu de músicos afro-americanos que misturavam o soul, o R&B e o jazz, criando uma forma de música mais dançante e com muito ritmo. Com isso, é tirada a ênfase da harmonia e melodia, trazendo uma espécie de groove rítmico com muita bateria de fundo e um baixo elétrico.
As músicas do estilo funk normalmente são baseadas em apenas um único acorde, o que as distingue de músicas do estilo R&B. Elas são reconhecidas por batidas que são repetitivas e possuem uma percussão muito marcante e um ritmo que leva as pessoas a sentirem vontade de dançar.
Depois de sua origem em meados dos anos 70, o funk sofreu influências de diversos músicos de jazz. Já nos anos 80 ele se dividiu em vários subgêneros, e entre seus derivados estão o rap, o break e o hip hop, que ganharam força nos Estados Unidos com as bandas Soulsonic e Sugarhill Gang. No final dessa mesma década surgiu o house music, que tinha como característica a mistura do funk tradicional com os efeitos sonoros eletrônicos e os samplers.
No Brasil, o derivado mais presente é o funk carioca. Com influências do Miami Brass – ritmo originário da Flórida – as letras de músicas de funk são mais erotizadas e os ritmos e as batidas são mais rápidos. Apenas no ano de 1989 é que o ritmo começou a ganhar destaque e ser temas de vários bailes. No começo, as letras do funk carioca falavam sobre a vida nas favelas, armas e drogas, e mais tarde ganharam uma temática mais voltada para o lado sexual e de duplo sentido. Atualmente o funk é bastante popular no Brasil inteiro e já chegou a ser a sensação do verão europeu no ano de 2005.

Fonte: http://www.ancorador.com.br/geral/funk-saiba-mais-sobre-o-genero-musical

As Trilhas Sonora que Embalam as Novelas Brasileiras

As novelas brasileiras se destacam não só por um bom personagem ou pelo enredo. Um bordão e a trilha sonora também as tornam inesquecíveis. Alguns temas, além de consagrar as bandas ou cantores, marcam época. Das trilhas nacionais, alguns artistas como Biafra, Titãs, Guilherme Arantes e Legião Urbana têm parte de seu repertório embalando histórias da ficção. Só o grupo Roupa Nova tem mais de 35 músicas nas novelas da Globo. Como não se lembrar de “Dona” (em “Roque Santeiro”, 1985), “A Viagem” (tema de abertura da novela “A Viagem”, 1994), “Whisky A Go-Go” e “Um Sonho A Mais”, na dobradinha da novela homônima de 85?
Grandes sucessos das trilhas estão na voz da cantora Marina Lima. “Prá Começar” é parte da trilha de “Roda De Fogo”, e o hit “A Francesa” faz parte da novela “Top Model”, ainda hoje sinônimo de sol e verão desde sua consagração na década de 80. Artistas como As Frenéticas com “Dancin’ Days” alavancaram a carreira e marcaram época com a novela homônima e tema da personagem Julia Abraão, vivida por Sonia Braga.
Já no início dos anos 90, uma novela que inclusive teve reprise recente no canal Viva foi “Vale Tudo”, a qual ficou marcada com “Brasil”, música do Cazuza que resumia o país daquela época e ganhou ainda mais força na voz de Gal Gosta. Na mesma década, Sidney Magal retornou triunfalmente com a lambada “Me Chama Que Eu Vou”, música de abertura e tema da personagem Maria do Carmo na novela “Rainha Da Sucata”.
Outro exemplo inesquecível de trilha sonora de novela é “Pelado”, do grupo Ultraje a Rigor. A música embalou a abertura de “Brega E Chique”, de 1987. O refrão “pelado, pelado, nu com a mão no bolso” e as cenas ousadas com um modelo nu foram a sensação do fim da década e imortalizaram o hit da banda.

Fonte: http://www.ancorador.com.br/geral/trilhas-sonora-embalam-novelas-brasileiras

História de São José dos Campos

As origens de São José dos Campos remontam ao final do século 16, quando se formou a Aldeia do Rio Comprido, uma fazenda jesuítica que usava a atividade pecuarista para evitar incursões de bandeirantes. Porém, em 10 de setembro de 1611, a lei que regulamentava os aldeamentos indígenas por parte dos religiosos fez com que os jesuítas fossem expulsos e os aldeãos espalhados.
Os jesuítas voltaram anos mais tarde, estabelecendo-se em uma planície a 15 quilômetros de distância, onde hoje está a Igreja Matriz de São José, no centro. Este núcleo, que deu origem à cidade, tinha clima agradável e ficavam numa posição estratégica em caso de invasões. Novamente a missão passava aos olhares externos como fazenda de gado. Nesse período, a aldeia apresentou sérias dificuldades econômicas por causa do grande fluxo de mão de obra para o trabalho nas minas.
De aldeia a vila
Em 1759, os jesuítas foram expulsos do Brasil, e todas as posses da ordem confiscadas por Portugal. Na mesma época, Luis Antonio de Souza Botelho Mourão, conhecido como Morgado de Mateus, assumiu o governo de São Paulo, com a incumbência de reerguer a capitania, mera coadjuvante num cenário em que Minas Gerais se destacava pela atividade mineradora. Uma das primeiras providências foi elevar à categoria de vila diversas aldeias, entre elas São José, com o objetivo de aumentar a arrecadação provincial.
Mesmo antes de se tornar freguesia, a aldeia foi transformada em vila em 27 de julho de 1767 com o nome de São José do Paraíba. Foram erguidos o pelourinho e a Câmara Municipal, símbolos que caracterizavam a nova condição. Entretanto, a emancipação política não trouxe grandes benefícios até meados do século 19, quando o município passou a exibir sinais de crescimento econômico, graças à expressiva produção de algodão, exportado para a indústria têxtil inglesa.
Fase sanatorial
Depois de ocupar posição periférica no período áureo do café no Vale do Paraíba, São José dos Campos ganhou destaque nacional na chamada fase sanatorial, quando inúmeros doentes procuravam o clima da cidade em busca de cura para a tuberculose. Gradativamente já estava sendo criada uma estrutura de atendimento, com pensões e repúblicas.
Em 1924 foi inaugurado o Sanatório Vicentina Aranha, o maior do país. Somente em 1935, com os investimentos do governo de Getúlio Vargas e a transformação do município em estância climatérica e hidromineral, o município pôde investir em infraestrutura, principalmente na área de saneamento básico, que no futuro viria a ser um trunfo a mais para a atração de investimentos destinados ao desenvolvimento industrial.
Entre 1935 a 1958, a cidade foi administrada por prefeitos sanitaristas, nomeados pelo governo estadual. A autonomia para eleger o prefeito foi perdida em 1967, durante o regime militar, e reconquistada em 1978.
Indústrias e centro de compras
O processo de industrialização da de São José dos Campos tomou impulso a partir da instalação, em 1950, do então Centro Técnico Aeroespacial (CTA) - hoje Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) - e inauguração da Via Dutra, em 1951. Nas décadas seguintes, com a consolidação da economia industrial, a cidade apresentou crescimento demográfico expressivo, que também acelerou o processo de urbanização.
Nos anos 90 e início do século 21, São José dos Campos passou por um importante incremento no setor terciário. A cidade é um centro regional de compras e serviços, com atendimento a aproximadamente 2 milhões de habitantes do Vale do Paraíba e sul de Minas Gerais.